Para começar
Eu adoro cozinhar. Cozinhar para mim é alimentar o corpo e a alma. E eu cozinho de nariz. Bom, se as pessoas tocam instrumentos “de ouvido”, eu posso cozinhar de nariz, não?
Não é só uma brincadeira. Na prática, são os sentidos ‘menos valorizados’ que me guiam entre as panelas: o cheiro, o barulho, a textura... É impressionante como essas informações passavam despercebidas antes para mim e hoje fazem toda diferença. Comece a reparar... A cozinha se torna uma experiência muito mais interessante.
São pensamentos como esse que você vai ler por aqui. Além de receitas, coisas que deram certo, pratos que deram errado, conhecimentos que aprendi aqui ou acolá, um lugar gostoso para comer, experiências gastronômicas que tive pelo Brasil e pelo mundo, livros e blogs que gosto de ler... Basicamente, dicas e pensamentos de quem cozinha em casa, usando panelas, instrumentos e máquinas que você encontra numa casa normal, além de comida que você pode comprar em feiras e mercados, sem ser chef de cozinha.
Afinal, eu não sou chef. Não fiz faculdade de gastronomia, nem curso nenhum do tipo (não me orgulho disso, eu queria ter feito!) O máximo que eu fiz foi passar uns 20 dias numa fazenda no interior da Ligúria, na Itália, espiando a dona fazer o almoço e o jantar. Foi onde eu passei a dar mais importância para o cheiro e para a aparência da comida durante o preparo, em vez de me prender nas instruções da receita, já que as palavras não me serviam muito por lá.
Mas não cozinho só por instinto. Eu adoro livros, e concentro minhas aquisições em técnicas culinárias e na química da cozinha - nada de aditivos, estou falando de entender por que a clara em neve fica em pé ou desanda dependendo do jeito que você faz, por exemplo. Gosto de ler sobre o modo mais fácil de desossar um frago, ou entender como a proteína do ovo dá sustentação a uma mousse. Eu adoro saber o que está acontecendo na panela. Isso é fundamental na hora de decidir se faço a carne no forno, na grelha, na wok ou na panela de pressão, por exemplo.
E as receitas? Bom, adoro comida italiana, indiana, mexicana, cubana e brasileira. Picante, confortável, provocante, exagerada, equilibrada. Depende do meu momento.
Hum, estou com fome. Vamos lá?
Não é só uma brincadeira. Na prática, são os sentidos ‘menos valorizados’ que me guiam entre as panelas: o cheiro, o barulho, a textura... É impressionante como essas informações passavam despercebidas antes para mim e hoje fazem toda diferença. Comece a reparar... A cozinha se torna uma experiência muito mais interessante.
São pensamentos como esse que você vai ler por aqui. Além de receitas, coisas que deram certo, pratos que deram errado, conhecimentos que aprendi aqui ou acolá, um lugar gostoso para comer, experiências gastronômicas que tive pelo Brasil e pelo mundo, livros e blogs que gosto de ler... Basicamente, dicas e pensamentos de quem cozinha em casa, usando panelas, instrumentos e máquinas que você encontra numa casa normal, além de comida que você pode comprar em feiras e mercados, sem ser chef de cozinha.
Afinal, eu não sou chef. Não fiz faculdade de gastronomia, nem curso nenhum do tipo (não me orgulho disso, eu queria ter feito!) O máximo que eu fiz foi passar uns 20 dias numa fazenda no interior da Ligúria, na Itália, espiando a dona fazer o almoço e o jantar. Foi onde eu passei a dar mais importância para o cheiro e para a aparência da comida durante o preparo, em vez de me prender nas instruções da receita, já que as palavras não me serviam muito por lá.
Mas não cozinho só por instinto. Eu adoro livros, e concentro minhas aquisições em técnicas culinárias e na química da cozinha - nada de aditivos, estou falando de entender por que a clara em neve fica em pé ou desanda dependendo do jeito que você faz, por exemplo. Gosto de ler sobre o modo mais fácil de desossar um frago, ou entender como a proteína do ovo dá sustentação a uma mousse. Eu adoro saber o que está acontecendo na panela. Isso é fundamental na hora de decidir se faço a carne no forno, na grelha, na wok ou na panela de pressão, por exemplo.
E as receitas? Bom, adoro comida italiana, indiana, mexicana, cubana e brasileira. Picante, confortável, provocante, exagerada, equilibrada. Depende do meu momento.
Hum, estou com fome. Vamos lá?
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